Dois irmãos diplomatas muito educados, estão no auge de uma discussão:
— Sabe, mano! — diz o primeiro. — Não sei por que você é tão prepotente. Um dia você vai morrer, vai ser enterrado numa cova bem funda, vai ficar coberto de terra, vai nascer grama em cima de você e aí vai vir uma vaquinha, que vai comer a grama e fazer cocô. Aí eu vou ficar olhando para o cocô da vaca e pensar: "Puxa, mano! Como você mudou!
— Sabe, mano! — diz o outro. — Eu também não sei por que você é tão prepotente. Um dia você também vai morrer, vai ser enterrado numa cova bem funda, vai ficar coberto de terra, vai nascer grama em cima você e aí vai vir uma vaquinha, que vai comer a grama e fazer cocô. Aí eu vou ficar olhando para o cocô da vaca e pensar: "Puxa, mano! Você não mudou nada!
— Sabe, mano! — diz o primeiro. — Não sei por que você é tão prepotente. Um dia você vai morrer, vai ser enterrado numa cova bem funda, vai ficar coberto de terra, vai nascer grama em cima de você e aí vai vir uma vaquinha, que vai comer a grama e fazer cocô. Aí eu vou ficar olhando para o cocô da vaca e pensar: "Puxa, mano! Como você mudou!
— Sabe, mano! — diz o outro. — Eu também não sei por que você é tão prepotente. Um dia você também vai morrer, vai ser enterrado numa cova bem funda, vai ficar coberto de terra, vai nascer grama em cima você e aí vai vir uma vaquinha, que vai comer a grama e fazer cocô. Aí eu vou ficar olhando para o cocô da vaca e pensar: "Puxa, mano! Você não mudou nada!









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